Por que nasceu a A gente se arruma no caminho?
Toda adolescente já falou essa frase para uma amiga, atrasadas para uma festa, acabando a produção no banco de trás do carro — e é exatamente assim que tenho me sentido perante a vida ultimamente. Vou ter que ir, mesmo sem estar pronta. E estou descobrindo que a vida é mesmo um grande se arrumar ao longo do caminho.
Esse pareceu o nome perfeito para uma revista em construção, feita por uma mulher em construção.
Queridas leitoras — escrevo isso muito feliz — espero que gostem do que vão encontrar por aqui. Tudo foi pensado com muito carinho para vocês.
Comecei esse projeto de um lugar nostálgico. As revistas têm essa memória afetiva: tempos mais simples, mais calmos, um conteúdo leve e divertido, menos influenciado por algoritmos e menos performático. Uma curadoria feita e pensada para a nossa fase de vida — saúde e bem-estar, autocuidado, casa com alma, moda e beleza, o equilíbrio impossível do dia a dia, reflexões, as coisas que eu gosto, uso e que me fazem bem.
Em tempos de excesso de conteúdo, dopamina, velocidade, trends e inteligência artificial, estava sentindo falta de algo mais humano, mais vulnerável. Menos de palco, mais de sofá. Menos de quem ensina, mais de quem troca. Um lugar acolhedor para vivenciarmos juntas os dilemas 30+ — e encontrar dicas, soluções e hábitos para uma vida mais simples, funcional e leve, para termos mais tempo para o que a gente ama.
É esse lugar que estou construindo aqui.
Para mim.
E para você.
Boa leitura! ❤️


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